O cristão não se alegra com as injustiças!

O cristão não se alegra com as injustiças!

Andando pelo Caminho Sobremodo Excelente entre tantos adjetivos do verso 4 ao 7, chegamos ao verso 6 onde nos é dito que o Cristão que vive com base em capítulo e versículo não se alegra com a injustiça. Essa é uma das evidências de alguém que tem o Espírito Santo habitando em si. Uma vez que nele está “plantada” a Divina Semente ele, claro,  não se regozija com as imundícies desse mundo caído.

Hoje no mundo as pessoas dão risada de tudo quanto não presta. O riso delas é de cumplicidade e de satisfação. 
Imoralidade desenfreada, fofoca fácil, filmes malignos, piadas indecentes, chocarrices e “cachorrices” que provam de quem são.  De tudo o que é imoral, violento, vil o povão gosta. Como diria Roberto: “Será que tudo o que eu gosto é imoral, é ilegal ou engorda.” E não é só ele que chafurda nestas coisas. Os produtores de TV sabem disso muito bem. Eles sabem que quanto mais baixo for o nível maior será a audiência. Quanto pior, mais terão lucro! Eles não precisam de excelência, criatividade, suor, inteligência para produzir qualquer programa se o foco for dinheiro. E como geralmente o foco é dinheiro o povo recebe o que procura. A voz do povo, que quase nunca foi a voz de Deus, sempre pede imoralidade e sangue como Satanás lhe sugere.

Salvai-vos dessa geração tão perversa que se deleita com injustiças!

A grande maioria dos religiosos não faz nenhuma restrição ao conteúdo da Televisão. O povo que se diz “de Deus” vai ao cinema assistir assassinatos em série e se deleita nisso. Uma vez um irmão me contou que tinha ido assistir um filme muito bom com seu filhinho. Isso faz uns 20 anos. Quando lhe perguntei qual … assustei-me com a resposta: – Harry Potter”. E as coisas só tem piorado de lá pra cá. A mente dos filhos de cristãos está conhecendo e amando mais Hollywood do que a Bíblia. Não é de se admirar o quem vem na adolescência e juventude destes filhos de cristãos…

Um seguidor de Cristo não é assim. Ele não se alegra com as injustiças desse mundo perdido. Ele não gosta, se sente mal, tem nojo disso. O Povo de Deus se afasta delas. Conforme Isaías, aqueles que irão habitar com o Deus Santo e Justo fazem exatamente o contrário: “O que anda em justiça e fala o que é reto; o que despreza o ganho de opressão; o que, com um gesto de mãos, recusa aceitar suborno; o que tapa os ouvidos para não ouvir falar de homicídios, e fecha os olhos para não ver o mal,  este habitará nas alturas;” Is 33:15 e 16

Davi, sendo amigo de Deus, tinha um sentimento avesso às injustiças e maldades humanas: “Não porei coisa injusta diante dos meus olhos; aborreço o proceder dos que se desviam; nada disto se me pegará. Longe de mim o coração perverso; não quero conhecer o mal.”  Sl 101:3-4

Dize-nos com quem tu andas ou do que tu gostas e saberemos quem tu és.”

Como filhos de Deus temos esta característica. Nunca nos alegramos com as imoralidades, tolices, piadinhas indecentes e toda e qualquer injustiça desse planeta chamado Lama. Aliás, bem que os habitantes desse mundo poderiam ter por sobrenome o mesmo daquele monge tibetano: Dalai Lama. Francisco Lama, Maria Lama e assim por diante…

Que tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento.” Filipenses 4:8

Deus, amado, ajuda-nos a não acharmos graça nas desgraças deste mundo enlameado pela imundície do pecado. Ajuda-nos a reconhecermo-nos como cristãos autênticos pelo nojo que sentimos com todo este lamaçal em que se atolam e chafurdam os seres desumanizados.

Pois estamos em Cristo, Santo e Justo!

Vagner Lemos

Força para a Batalha Espiritual

Força para a Batalha Espiritual

Estamos numa guerra. Esta é uma realidade que não apreciamos, já que as guerras só são glamorosas nos filmes e nos romances. Na vida real são cruéis e trágicas. Quem as admira, provavelmente nunca experimentou as situações limites de uma trincheira. Onde a luta pela vida gera a morte momento a momento.

Nossa guerra é diferente, mas nem por isso menos trágica e cruel, dela também dependem vida e morte. Não é contra carne e sangue, mas contra forças espirituais. É constante, não há trégua. Cada momento é uma batalha. Há dias de maior intensidade, mas todos os dias são tempos de guerra.

Para ser vitorioso é preciso o fortalecimento que vem do Senhor. É isto que o apóstolo Paulo diz na conclusão de sua carta aos Efésios“Finalmente sejam fortalecidos no Senhor e na força do seu poder” (Ef 6.10). Precisamos deste fortalecimento.

Gideão foi revestido desta força na guerra contra os midianitas (Jz 6.34). Ele estava escondido num lagar (tanque onde se pisava as uvas) debulhando trigo, para impedir que a colheita daquele ano fosse tomada pelos invasores. Ali o SENHOR lhe apareceu e lhe deu a tarefa de lutar e vencer os opressores, que há sete anos dominavam seu povo. Também lhe deu uma garantia: estaria com Gideão e por isso ele venceria os midianitas como se estes fossem apenas um homem. Gideão não tinha poder nem influencia e ainda se demonstrou tímido e medroso, portanto não foi a sua força que conquistou a vitória, mas a força da presença de Deus, que lhe revestiu com o Espírito Santo (Jz 6.12-16). É desta força que precisamos para lutar contra os poderes do mal.

Outro que dependeu desta força foi Abraão, que enfrentou um tipo diferente de guerra. Uma batalha contra a incredulidade. Recebera a promessa de um filho, que geraria em sua esposa Sara e que seria o seu herdeiro. Mas o tempo estava passando. Ele já tinha quase cem anos e Sara noventa. Nenhum dos dois tinha as condições físicas de terem um filho. Seus corpos já não mais produziam o que era necessário para que uma criança fosse gerada e concebida. Mas ele continuou crendo. Não permitiu que os pensamentos de dúvidas e as circunstâncias ao redor lhe vencessem.Foi fortalecido na fé (Rm 4.20). Este é o tipo de guerra que ocorre dentro da pessoa. As circunstâncias externas atiram, buscando atingir o coração, implantar a dúvida, gerar a desconfiança e a desobediência. Com a força do Senhor, a pessoa permanece firme, relembrando e acreditando na Palavra de Deus. É desta força que precisamos para manter nossa fé nos momentos de crise. 

O apóstolo Paulo lutou um guerra constante. Tinha uma missão arriscada: pregar o evangelho. Os inimigos eram muitos. A presença de Deus lhe fortaleceu desde o início, quando foi ameaçado por seus compatriotas, até o final, quando esteve no julgamento diante do imperador. A pregação foi plenamente realizada e as pessoas ouviram o evangelho. Ele nunca desistiu, pois sabia que Deus lhe havia fortalecido (At 9.22; 2 Tm 4.17; 1 Tm 1.12). É desta força que precisamos para continuar testemunhando o evangelho, mesmo quando ameaçados.  

 Manter o contentamento foi outra batalha enfrentada pelo apóstolo. Ele experimentou muitas e variadas situações, de honra e de humilhações, de fartura e de escassez, mas o que nunca variou foi sua satisfação. Ele sempre se manteve contente, no aplauso e na vaia, na abundância e na fome. Esta guerra também acontece nos corações. É uma guerra interior. As circunstâncias são externas, mas a vitória ou derrota ocorre dentro de nós. É lá que o contentamento triunfa ou amargamos a derrota causada pelo ressentimento e insatisfação. O que garantiu a vitória do apóstolo Paulo foi o fortalecimento de Cristo. Tudo posso naquele que me fortalece, foi o que disse, quando falou de seu constante contentamento (Fp 4.11-13). É desta força que precisamos para conquistarmos a felicidade em todos os momentos da vida, independente das circunstâncias serem alegres ou tristes.

Esta força vem a nós pela graça de Cristo e não por causa de nossos méritos. Somos revestidos de força quando nos reconhecemos fracos e dependemos inteiramente da graça de Deus, que se manifesta a nós na pessoa do Seu Filho Jesus Cristo. Enquanto nos acharmos fortes, capazes e lutando com nossos próprios recursos seremos derrotados. Cada dia precisamos admitir que não podemos, não somos capazes, não temos forças, não temos sabedoria. Então clamamos pelo favor de Deus, confiando que Ele é gracioso. Nós não merecemos, mas Ele tem compaixão de nós. É esta confiança que nos fortalece. Foi isso que o apóstolo Paulo disse para Timóteo: Portanto, tu, meu filho, sê fortalecido na graça que está em Cristo Jesus(2 Tm 2.1).  É desta graça que precisamos para sermos fortalecidos e vencermos as nossas batalhas diárias.

As guerras revelam o melhor ou o pior das pessoas. Nelas se manifestam os covardes e os heróis. Como nós não temos melhor, somente pior, dependemos totalmente da graça para nos fortalecer. A graça de Deus é o nosso melhor!

Pastor Almir Marcolino Tavares

Com autorização do blog: http://pastoralmir.blogspot.com.br/

Combati o bom combate, completei a carreira, guardei a fé.

Combati o bom combate, completei a carreira, guardei a fé.

Nunca esquecerei as últimas palavras que meu pai me disse. Estávamos sentados juntos no sofá da sala de estar. Seu corpo havia sido devastado por três derrames. Um lado de seu rosto estava distorcido pela paralisia. Seu olho esquerdo e o lado esquerdo de seu lábio permaneciam incontrolavelmente caídos. Ele falou com a pronúncia pesada. Suas palavras eram difíceis de entender, mas o sentido era claro como cristal. Ele pronunciou as seguintes palavras: “Combati o bom combate, completei a carreira, guardei a fé.”

Foram as últimas palavras que meu pai me disse. Horas mais tarde ele sofreu sua quarta e última hemorragia cerebral. Achei-o desmaiado no chão, um fio de sangue correndo do canto de sua boca. Estava em coma. Misericordiosamente, ele morreu um dia e meio depois, sem recobrar a consciência.

Suas últimas palavras para mim foram heróicas.

Minhas últimas palavras para ele foram covardes. Protestei contra suas palavras de premonição e lhe disse rudemente: “Não diga isto, papai!”

Há muitas coisas que disse em minha vida que desesperadamente gostaria de não ter dito. Nenhuma delas é mais vergonhosa para mim que aquelas palavras ditas a meu pai. Mas palavras, assim como a flecha veloz que parte do arco que é disparado, não podem ser recolhidas novamente.

Minhas palavras foram uma censura contra ele. Recusei-me a lhe permitir a dignidade de seu testemunho final para mim. Ele sabia que estava morrendo. Recusei-me a aceitar o que ele já havia aceitado com dignidade.

Eu tinha dezessete anos e não sabia nada a respeito desse negócio de morrer. Não tinha sido um bom ano. Durante três anos observei meu pai morrer um centímetro de cada vez. Nunca o ouvi reclamar. Nunca o ouvi protestar. Ele se sentava na mesma cadeira dia após dia, semana após semana, ano após ano. Lia a Bíblia com uma grande lente de aumento. Eu estava cego para as ansiedades que devem tê-lo perseguido. Ele não podia trabalhar. Não havia salário. Nenhum seguro por invalidez. Ele se sentava ali, esperando para morrer, observando as economias, que havia guardado durante a vida, se esvaírem com sua própria vida.

Eu estava com raiva de Deus. Meu pai não estava com raiva de ninguém. Viveu seus últimos dias fiel à sua vocação. Ele combateu o bom combate. Um bom combate é aquele que é lutado sem hostilidade, sem amargura, sem autopiedade. Eu nunca havia estado num combate como aquele.

Meu pai terminou a carreira. Eu não estava nem sequer nos primeiros metros. Ele correu a carreira para qual Deus o havia chamado. Correu até que sua pernas desmoronaram. Mas de alguma maneira ele continuou em frente. Mesmo quando não podia mais andar, ele vinha toda noite para o mesa do jantar. Pedia-me para ajudá-lo. Era um ritual diário. Toda tarde eu ia ao seu quarto, onde ele estava sentado na mesma cadeira. Parava de costas, olhando na direção oposta de forma que ele pudesse colocar seus braços ao redor do meu pescoço e dos meus ombros. Eu segurava seus punhos e erguia meu corpo levantando-o da cadeira. Então o arrastava, no estilo dos bombeiros, até a mesa da sala de jantar. Ele terminou a carreira. Meu único consolo é que fui capaz de ajudá-lo. Eu estava com ele na linha de chegada.

Carreguei-o uma última vez. Quando o encontrei inconsciente no chão de alguma forma consegui colocá-lo na cama onde ele morreu. Ele não podia mais colocar seus braços ao redor do meu pescoço. Foi necessário um esforço, misturado com adrenalina, para levantá-lo do chão e colocá-lo sobre a cama. Mas eu tinha de conseguir. Era inconcebível para mim deixá-lo morrer no chão. .

Quando meu pai morreu, eu não era cristão. Fé era algo além de minha experiência e de meu entendimento. Quando ele disse: “Guardei a fé,” não compreendi o peso de suas palavras. Eu as descartei. Não tinha a mínima idéia de que ele estava citando a última mensagem do apóstolo Paulo para seu amado discípulo Timóteo. Seu eloqüente testemunho não teve nenhum valor para mim na ocasião. Mas agora tem. Agora entendo.

Agora desejo perseverar como ele perseverou. Desejo correr a carreira e terminar a corrida como ele o fez antes de mim. Não tenho nenhum desejo de sofrer como ele sofreu. Mas quero guardar a fé como ele a guardou.

Se meu pai me ensinou alguma coisa, ele me ensinou como morrer.

Uma Homenagem a R.C. Sproul: um dos melhores professores sobre as coisas celestiais que Deus já nos presenteou. Desde ontem ele desfruta do seu SENHOR após ter combatido, como poucos, o bom combate!

– Robert Charles Sproul, (13 de fevereiro de 1939, em Pittsburgh, 14 de dezembro de 2017 Pensilvânia)
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Fonte: Compartilhado pelo Pastor João de Deus – Alagoas. Trecho extraído do livro “Surpreendido Pelo Sofrimento”, por R. C. Sproul

Imagem de: http://dacruzacristo.blogspot.com.br/

A mãe estupradora.

A mãe estupradora.

“Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, pensava como menino…” (1Co 13.11).

O ministério pastoral, como seria de se esperar, muitas vezes nos coloca em contato com o lado mais horrível da vida. Quando, porém, esse lado feio atinge crianças, a comoção que nos abate é bem mais forte.

Eu me formei em teologia em 1987. Desde então, nunca deixei de trabalhar com a igreja. Nesse trabalho, ouvi muitos testemunhos e vi muita coisa ruim sobrevindo a meninas e meninos indefesos. Tive contato com mulheres que, quando pequenas, foram estupradas pelo próprio pai. Algumas delas eram dominadas por uma tristeza que só o poder de Jesus poderia curar. Socorri crianças que estavam prestes a ser esfaqueadas e mortas dentro de suas casas. Dei assistência a filhos pequenos de alcoólatras que os deixavam viver ao léu, sem escola, sem cuidado, sem orientação, sem… sem nada. E quando eu testemunhava tais coisas, pensava comigo: “Como alguém pode fazer isso com um pequenino desses? Justamente a pessoa que mais deveria protegê-lo!”.

De todos os males que vi pais perversos praticarem contra seus filhos, o estupro sempre foi o que mais me chocou. E ainda me choca! Eu não consigo compreender a mente da pessoa que pratica essa insanidade; não sou capaz de discernir o impulso que a move; percebo-me aquém da capacidade de entendê-la e também aquém da capacidade de expressar toda repugnância que sinto diante de um homem que abusa sexualmente da própria filha ― o monstro inominável que faz uso até de violência e graves ameaças para violar o corpinho frágil da criança que ele mesmo gerou.

“Violar uma criança.” Pode haver crime mais horrível do que esse? Até poucas semanas atrás, eu associava essa conduta imunda apenas a marmanjos safados que agem às escondidas, ficando ainda mais enojado quando pensava no tal marmanjo sendo o pai da vítima. Agora, porém, salta aos olhos uma nova forma de violação dos pequeninos ― uma forma de violência que não atinge de pronto o corpo da criança, mas que remove dela um elemento crucial presente em seu íntimo e capaz de protegê-la de perigos enormes.

A que eu me refiro, porém, quando falo de “um elemento crucial presente em seu íntimo e capaz de protegê-la de perigos enormes”? Tenho em mente aquela barreira aparentemente instintiva que toda criança demonstra ter quando se vê diante de algo que não pertence ao seu universo. De fato, parece que há certos mecanismos psíquicos que fazem as crianças serem cautelosas com aquilo que estranham e com coisas que as confundem. Segundo entendo, esses mecanismos são bons e necessários para sua própria proteção.

Deixem-me dar um exemplo: há alguns meses, brinquei com uma garotinha de cerca de dois anos de idade que não me conhecia bem e que estava no colo de uma tia da igreja. Eu sorri para ela e fiz aqueles gracejos idiotas que a gente se pega fazendo quando está diante de uma criança fofinha. A menininha, porém, não correspondeu de pronto. Ela me olhou séria, vasculhando meu rosto estranho. Desconfiada, ela tinha ares de quem nitidamente perscrutava minha figura e meu comportamento. Certamente estava em busca de algum elemento que a ajudasse a concluir se podia ou não responder positivamente às minhas macaquices. Então, ao fim de alguns segundos, não sendo capaz de chegar a conclusão alguma, ela olhou para o seu pai que estava ali, inquirindo-o com os olhinhos negros. Era como se dissesse: “Papai, acho que há algo errado aqui. Não consigo avaliar como devo responder a ‘isso’ que vejo à minha frente. Por favor, me ajude!”. O pai, então, deu um sorriso de aprovação, mostrando que tudo estava dentro da normalidade. Ainda assim, a menininha demorou um pouco para se soltar diante das minhas brincadeiras. Eu não a culpo (e você também não a culparia se visse uma foto minha).

Notem: estou falando de uma criança de dois aninhos! A mim me parece, portanto, que o próprio Deus colocou uma barreira interna nas crianças; algo que funciona como um mecanismo de proteção contra gente ruim, um muro que serve como o primeiro obstáculo que as pessoas perversas têm de superar antes de prosseguir em suas maldades contra elas.

Pois bem. A nova forma de violar uma criança é exatamente nesse campo. Estão removendo delas essa barreira interna; estão derrubando o muro de proteção natural que elas têm. Querem uma prova assustadora disso? Bem, há algumas semanas todos viram uma mulher induzir sua filha pequena a interagir com um homem nu durante uma exposição realizada no Museu de Arte Moderna de São Paulo. Ao fazer isso, aquela mãe violou a alma, o próprio coração de sua filha. De fato, aquela mãe fez desabar a única cerca interna que poderia proteger sua menina de canalhas pervertidos e construiu no lugar dessa cerca uma ponte por meio da qual todas as formas de obscenidade e perversão chegarão àquela criança, mutilando-a, desfigurando-a, explorando-a e saqueando-a ao longo da vida.

É assim que, no mundo de crescentes sujidades em que hoje vivemos, surge uma figura inesperada, jamais vista nem mesmo nos nossos piores pesadelos: a figura da mãe que violenta a alma de sua filha precisamente no campo da moral sexual; a figura da mãe que profana o coração da criança que gerou, arrancando sua cortina de proteção. Surge, enfim ― pode-se dizer ―, a figura da mãe estupradora! O que mais nos falta agora?

Pr. Marcos Granconato

Soli Deo gloria

Sob autorização do site: http://www.igrejaredencao.org.br

PS: Agradeço sinceramente ao irmão Carlos Guandalini por ter compartilhado comigo alguns insightspessoais que me ajudaram na composição deste texto.

Faça como Deus fez com você: Perdoe!

Faça como Deus fez com você: Perdoe!

Conhecendo o “Caminho sobremodo excelente” no qual o apóstolo Paulo nos exorta a caminhar passamos por uma expressão no final do versículo 5 que indica aperfeiçoamento de um Cristão: “O Amor não se ressente do mal.” Agir pelos parâmetros dados por Deus na Bíblia é verdadeiramente Amar. Não da maneira como nós gostamos ou de acordo com as nossas preferências e entendimento mas com base em “capítulo e versículo”. Isso é Amar!

Paulo diz que, quando amamos conforme os padrões de Deus revelados na Palavra, não ficamos, e não devemos ficar, ressentidos. Um Cristão que deve amar a Cristo em detrimento de si, que tem o Espírito Santo habitando nele, que tem O Fruto desse Espírito que nele habita, que não vive pela vontade pessoal, que vive para agradar a Deus não abre a guarda dando espaço para raivinhas, intrigas e nem para amargura, ressentimento, desgosto. Estes sentimentos se alojam no interior dos insensatos e os matam. Não seja insensato! Extraia esse “tumor” do seu peito e viva feliz e livre conforme Deus sempre planejou para cada um de nós. Quem guarda ressentimento fica preso ao passado. Sofre duas vezes. Sofre com a ofensa e com a perpetuação dela dentro de si. É tolice!

O segredo para não guardarmos amargura é imitarmos a Cristo.
Lembra de Jesus na cruz? Pessoas blasfemando contra o Deus Unigênito, esmurrando-O, caluniando, cuspindo, ridicularizando, zombando de Jesus que estava morrendo com dores terríveis! Porém, vê como Ele age? “Pai, perdoa-lhes!” Isso é o verbo bíblico Amar! É “capítulo e versículo” em ação! Jesus, na cruz, perdoa o ímpio que não lhe pede perdão e nem poderia fazê-lo pois está morto em seus delitos e pecados. “Pai, perdoa-lhe pois eu já o perdoei.”Em relação aos ímpios podemos e devemos relevar suas ofensas contra nós. Cuidado com o modo como você trata aqueles que o tem ofendido, os seus devedores.

“Pai, perdoa-lhe pois eu já o perdoei. Exatamente como Cristo fez por nós quando éramos seus inimigos.

Ninguém se parece tanto com Deus como quando perdoa. Se Ele é seu Pai, perdoe! Seja parecido com ELE.

Já no caso de irmãos em Cristo que não estão mortos em seus pecados nós temos que aplicar Mateus 18: “Se teu irmão pecar contra ti, vai argui-lo entre ti e ele somente.”  Do verso 15 ao 18 deste capítulo de Mateus, Jesus nos ensina como tratar dos pecados entre nós.Temos, entretanto, visto pouca obediência a esta questão de vida ou morte, santidade ou pecado do povo eleito.

Lembre-se:
Amar é não levar em conta os insultos, não ficar remoendo as ofensas sofridas, mas relevá-las no caso dos ímpios que pecam contra nós rogando a Deus que use o ocorrido para salvá-los e, do outro ponto, quando formos ofendidos por irmãos tratar a situação biblicamente como nos ensinou Jesus em Mateus.

Nós sabemos o caminho: Não se ressintam do mal sofrido. Perdoem, amem e sejam benignos, sejam úteis uns com os outros. Façam com os outros o que Deus FEZ, FAZ E FARÁ sempre com você: perdoe!

Deus, amado, ajuda-nos a nos assemelharmos conTigo! Nunca somos tão parecidos com o SENHOR como quando perdoamos! Ajuda-nos agora e arranca de nós o orgulho, a insensatez, a tolice e nos lembre e relembre que recebemos perdão de Ti todos os dias.

Por amor Àquele que perdoou todos os nossos pecados!
Que assim seja!

Vagner Lemos

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