Na Companhia dos Filhos

Na Companhia dos Filhos

Minha esposa, Sandra, trabalha no suplemento infantil de um jornal em Fortaleza. Certa vez perguntou a um amigo nosso o que ele achara da mensagem da filha dele publicada no Dia dos Pais, alguns dias antes. Ali, a garota expressava o desejo de um passeio de carro com o pai, naquele dia tão especial.

Mas o pai estava chateadíssimo, porque somente foi saber do recado dias depois. Abriu a maleta abarrotada de papeis e lá estava um recorte de jornal. Fez questão de ler em voz alta e no fim disse desolado: “E sabem o que eu fiz com os meus filhos nos Dias dos PaisNada! Se ao menos eu tivesse lido o jornalantes!” Sua inconformação era tamanha que Sandra teve de consolá-lo, lembrando que ainda era tempo de “recuperar” no próximo domingo.

Talvez a maior falha na educação dos filhos atualmente seja o pouco (ou nenhum) tempo que os pais dedicam diretamente a seus filhos.

E não venha argumentar: “Ah, mas eu gasto horas por dia levando meus filhos pra todo o tipo de atividades, até mesmo aulas de esporte e pintura”. Isso é ótimo, mas lembre-se que você está levando-os para que alguém fique com eles. Você apenas os transportou!

Desculpe dizer, mas isso não é investir tempo diretamente com eles. Esse “leva e traz” não elimina a necessidade dos pais dedicarem aos filhos momentosespeciais, em que estão totalmente à disposição deles para conversar, tirar dúvidas, brincar, passear. Naqueles momentos eles deverão sentir que nada no mundo tem importância para você, além dos filhos.

Eu mesmo sofro, hoje, ao recordar de uma ocasião, muitos anos atrás, em que aprendi uma lição. Após o culto matinal, fomos todos almoçar com uma família amiga. Logo ao chegar em casa, meus três “pimpolhos” (agora adultos e casados) reclamaram que em vez de cochilar, eu deveria brincar com eles. Argumentei que já tinha passado as últimas horas na companhia deles, no restaurante. Mas a contestação veio fulminante: Nada disso. Você ficou conversando o tempo todo com o tio Gary e quase nem falou com a genteAssim não vale!”.

Estão vendo? Assim não vale! Eles têm seus próprios critérios, suas necessidades. São carentes por uma atenção especial. Suas mentes e coraçõezinhos estão ávidos para aprenderem tudo, e é natural que desejem receber esses conhecimentos das pessoas em quem mais confiam – os pais. É normal também que sintam vontade de receber atenção de quem mais amam. E quem são, senão os pais?

A Bíblia recomenda enfaticamente aos pais que ensinem aos filhos as coisas que aprenderam de Deus e mesmo os caminhos desta vida, de maneira geral. O pai ou mãe que levar a sério essas ordens divinas, jamais conseguirá cumpri-las sem investir muito tempo num contato pessoal e direto com seus filhos.

Posso dar uma sugestão? Por que você não reserva pelo menos uma noite por semana para ficar à disposição dos seus filhos? Eles irão vibrar. E ficarão contando os dias para chegar a esperada “noite da família”. No futuro, jamais se esquecerão delas.

E sabe de uma coisa? No futuro você – pai ou mãe –  também não esquecerá daquelas ocasiões. E relembrará com saudades do tempo em que os filhos davam tudo por uns poucos momentos ao seu redor e arregalavam os olhos para ouvirem mesmo que fosse uma simples historinha da sua boca.

Ah, meu amigo, você desejará ardentemente que os anos voltassem atrás, para que pudesse recuperar o tempo desperdiçado e valorizar mais a formação de uma sólida amizade com os filhos. Mas então você descobrirá, angustiado, que será tarde. Cada um terá tomado o próprio caminho.

Que tal começar hoje???

Pastor Mauro Clark

Do Site: http://www.falandodecristo.com

 

Carnavais Passados

Carnavais Passados

Você gosta de sentir vergonha por coisas erradas que fez no passado? Nem eu. E nem os irmãos de Roma, que receberam a carta do apóstolo Paulo. E, claro, nem ele próprio, que escreveu em Rm 6.20-21:

Porquequando éreis escravos do pecadoestáveis isentos em relação à justiçaNaquele tempoque resultados colhestes? Somente as coisas de queagoravos envergonhais; porque o fim delas é morte.

Para quem foi convertido a Cristo e recebeu como hóspede da alma o Espírito Santo, é torturante recordar pecados cometidos anteriormente, alguns particularmente abomináveis a Deus. Mesmo sabendo que foram todos perdoados em Cristo, dói muito olhar para trás e ver esse rastro detestável que deixamos na nossa trajetória. 
Pois hoje vou sugerir que tiremos proveito dos nossos antigos pecados, nessa época de Carnaval. Como? Alegrando-nos pelo fato de termos vergonha de tudo o que fizemos em carnavais passados (e se você nunca foi um grande folião, então pense em outras épocas impuras da sua vida pré-conversão).

Veja bem: a vergonha em si é desagradável, mas fato de termos vergonha, é espetacular! Indica uma guinada de 180 graus. Das trevas para a luz! E isso é motivo de grande alegria, concorda?

Voltando ao texto, Paulo não fica só no lamento das lembranças de coisas passadas. Ele prossegue no v.22:

Agoraporém, libertados do pecado, transformados em servos de Deus, tendes o vosso fruto para a santificação e, por fim, a vida eterna.

Lembrando que agora estavam todos libertos do pecado, ele aponta para frente, desafiando-os a partirem para a prática de frutos limpos, bonitos, agradáveis ao paladar de Deus. Frutos para a santificação. Tudo isso como uma prévia para a vida eterna!

Tenha um feliz… não, não um feliz Carnaval, mas um agradável e útil período de descanso, aproveitando para meditar nessas coisas e em muitas outras maravilhas do alto.

Pastor Mauro Clark

Do Site http://www.falandodecristo.com/

Carnaval ou Carne não Vale

Carnaval ou Carne não Vale

O dicionário define Carnaval como “Período de três dias anteriores à quarta-feira de cinzas, dedicado a festas e folias.” Quanto ao significado e origem da palavra, há controvérsias. Alguns acreditam que significa: “adeus à carne”, já que depois deste período vêm a Quaresma, quando, segundo o Catolicismo Romano, não se podia consumir carne. Outros defendem que a palavra significa “prazer da carne”, vindo do termo “carnevale”.

Independente do significado original da palavra, o carnaval é a festa da carne. Para o carnaval, a carne é que vale! Evidentemente que não estamos usando a palavra “carne” para se referir ao alimento, mas indicando a velha natureza, significando o homem que ama o pecado. Carne, referindo-se à natureza humana decaída, que vê apenas o aparente, que se guia somente pelas sensações, que busca exclusivamente os prazeres terrenos. Carne, como o homem que quer viver sem respeitar os mandamentos de Deus, dependendo tão-somente de seus próprios recursos e fazendo somente a sua vontade. (Rm 7.18;Gl 5.19 ;Ef 2.3; 2 Pd 2.10)

Este tipo de festa é antigo. Já ocorria nos tempos do Antigo Testamento. Em Êxodo 32.6, no episódio do bezerro de ouro, o povo de Israel misturou religião com folia, e idolatria com imoralidade. Esse texto nos diz que o povo assentou-se para comer e beber e levantou-se para divertir-se.

O termo traduzido por “divertir” também significa “brincar”, “zombar” e “escarnecer”. Quando se refere a diversão, pode indicar tanto as sadias como as pecaminosas. Alguns exemplos: zombar de alguém, como os filisteus zombaram de Sansão (Jz16.25), relação sexual, como o exemplo de Isaque e Rebeca (Gn 26.8), e danças, como os festejos por vitórias militares (1 Sm 18.6,7). Quando o episódio é descrito no Novo Testamento (1 Co 10.7), o termo usado indica diversão associada com idolatria, licenciosidade e irreverência. No caso dos israelitas, incluía comida, bebida, orgias, gritos, cânticos, falta de controle e de restrições morais, algo que traria zombarias da parte dos inimigos do povo (Ex 32.6,18,25). Naquela ocasião, não havia nada para se festejar. Era apenas o resultado do desejo do povo de fazer farra. O resultado daquela baderna foi a quebra da aliança entre Deus e seu povo, pacto que precisou ser renovado, e a morte de três mil homens.

Não podemos deixar de notar as semelhanças dessa festa no deserto com o carnaval de nossos dias. Notemos que ela está inserida em um calendário religioso (antes da quarta-feira de cinzas, e da quaresma), não há um motivo especifico para a festa, a não ser o desejo de “farrear”, e também há bebida, comida, música, sexo, licenciosidade, falta de controle e de restrições morais, e coisas outras tantas coisas que nos envergonham e ofendem a Deus.

Os resultados também são semelhantes: afastamento de Deus, quebra dos Seus mandamentos, desobediência, rebeldia, e morte de muitos.

O livro de Romanos nos traz uma advertência quanto à participação nestas festas: Andemos dignamente, como em pleno dia, não em orgias e bebedices, não em impudicícias e dissoluções, não em contendas e ciúmes, mas revesti-vos do Senhor Jesus Cristo e nada disponhais para a carne no tocante às suas concupiscências.(Rm13.13,14). Devemos andar como pessoas que andam de dia, de modo decente e apropriado a crentes. Como diz ali, “Não com orgias.” O termo traduzido por “orgia”, que aparece como obra da carne em Gl 5.21 (traduzido como “glutonaria”), era usado para festas onde havia muita bebida alcoólica e comportamento imoral.

No início, estas festas eram realizadas como procissões noturnas para homenagear algum deus. As pessoas percorriam as ruas com tochas para iluminar, e iam bebendo, brincando, cantando e dançando. Não com bebedices, que é embriaguez. Não com impudicícias, que se refere à promiscuidade sexual. Não com dissoluções, indica a lascívia, a libertinagem, que caracteriza os que não têm domínio próprio. Nem com contendas, isto é, brigas, desentendimentos, porfias. Nem com invejas, que também pode se referir a ciúmes. Alguém poderia dizer que alguma destas coisas não acontece no carnaval? Ao invés disso, os crentes devem se revestir do Senhor Jesus Cristo, e não fazer provisão para satisfazer aos desejos da carne. Não podemos ficar buscando meios para dar vazão aos nossos desejos carnais. Já no caso do carnaval é exatamente o oposto disso que acontece: todas as coisas cooperam para que os desejos carnais sejam satisfeitos. O cristão deve dizer não à carne, e não que a carne vale, isto é, que seus prazeres devem ser satisfeitos. Para o cristão não há carnaval!

Pastor Almir Marcolino Tavares

do Blog https://pastoralmir.blogspot.com.br com autorização.

Carnavalesco e Cristão?

Carnavalesco e Cristão?

Este Artigo é dirigido a qualquer um que se chama cristão e vai brincar o Carnaval. Cair na folia. Entrar no clima. Ou coisa parecida.

É difícil compreender como alguém se denomina cristão e sente-se bem num ambiente em que se pratica quase tudo o que o próprio Cristo condena!

No carnaval os princípios de Deus são desprezados, Suas leis esquecidas, Seu nome debochado. Um carnavalesco deveria examinar a si mesmo com franqueza e verificar se é o caso de se chamar cristão apenas por tradição religiosa e mera conveniência familiar e social. O Brasil está repleto desse tipo de cristão que constrange o nome de Cristo.

É por isso que somos o “maior pais cristão do mundo” e ao mesmo tempo temos a festa nacional mais imoral do mundo. Seria mais razoável que essas pessoas tirassem a fantasia e assumissem abertamente que não são cristãs, simplesmente porque Jesus Cristo não é o Senhor das suas vidas. 
É bem conhecido o comentário de muitos carnavalescos que sentiram um doloroso vazio de alma no meio de toda a animação. Um patético contraste – invisível aos outros – entre os lábios sorridentes e a alma chorosa.

Seja sincero com você próprio: de todos os carnavais que já brincou, qual deles lhe ajudou a se livrar definitivamente das suas angústias? Depois da euforia tudo volta a ser como era antes, ou até pior, não é mesmo? O seu problema é afastamento de Deus e o Carnaval lhe faz o tremendo mal de lhe distanciar ainda mais dEle. 
Você precisa da intervenção direta de Cristo, extirpando pela raiz o mal de seu coração e lhe implantando uma nova vida. Somente assim você ficará sabendo o que é a alegria que vem de dentro, implantada por Deus. Uma alegria que não depende de fatores exteriores, especialmente de males como o álcool, a droga, a imoralidade, a farra.

Se você tiver a felicidade de um dia se converter a Cristo e assim – independente da sua religião – tornar-se um verdadeiro cristão, você olhará para trás e dirá: “Meu Deus, em que triste condição eu me encontrava!”.
Você terá então vontade de gritar bem alto conosco no próximo Carnaval: “Parem com esta loucura. Vocês não sabem o que estão perdendo!”

Pastor Mauro Clark

sob autorização do Site Falando de Cristo: http://www.falandodecristo.com

ADORAÇÃO: Momento de Aprendizado

ADORAÇÃO: Momento de Aprendizado

Na época em que o templo de Deus estava construído em Jerusalém, os adoradores sinceros viajam até lá para cultuar. Algumas vezes isso era perigoso, mas mesmo assim, o trajeto era feito com cânticos. Os salmos 120-134 são chamados “de romagem” ou “dos degraus”, por ser uma coletânea de hinos que aqueles adoradores peregrinos entoavam enquanto subiam para a cidade.

Após cantarem sua oração de angústia e sua confissão de segurança (Salmos 120, 121), eles entoavam um hino de alegria pela oportunidade da adoração (122). O fiel exultava por ter sido convidado ao templo, e por estar em Jerusalém adorando (versos 1,2), e proclamava a oportunidade de comunhão com os irmãos das outras tribos (versos 3,4).

No verso 5 ele fala da razão da ida à Jerusalém “Porque lá habitam tronos de justiça, tronos da casa de Davi.” A ida ao culto era uma oportunidade para aprender e praticar a justiça.

Deus havia escolhido Jerusalém como capital de Seu reino terrestre naquela dispensação, e Davi e seus descendentes como os administradores deste reino. Neste governo a justiça deveria prevalecer (2ª Samuel 8.15; Jeremias 21.12). A cidade era a representação da autoridade de Deus sobre Seu povo em todas as áreas. Lá as disputas judiciais eram resolvidas. O padrão para esta decisão não era a vontade do rei, mas a Lei de Deus. Deus havia ordenado que o rei de Seu povo deveria conhecer a Sua Palavra e administrar o reino conforme estes princípios (Deuteronômio 17.18-20).    

A prática desta justiça era para se tornar um costume diário abrangendo todos os aspectos da vida. Por isso, a ida ao culto era também um momento de aprendizado (Deut 14.23). Ir à Jerusalém adorar e comungar tinha como alvo o aprendizado do temor do Senhor,  que deveria ser praticado em todos os momentos da vida.

Em certas ocasiões a lei de Deus seria lida pelos sacerdotes e levitas para que todas as pessoas (incluindo as crianças) aprendessem e obedecessem a Deus todos os dias. (Deut. 31.9-13).  Foi isso que aconteceu na época do rei Josias (2ª Reis 23.1-3), e na época de Esdras (Neemias 8.1-12). E nestas duas ocasiões um reavivamento foi produzido. No culto coletivo o povo era lembrado de seu dever de cultuar a Deus pela obediência aos seus mandamentos, quando voltassem para casa.

Em nossos dias não há um templo igual ao de Jerusalém, mas há um templo formado por pessoas, que é a Igreja de Jesus Cristo (1ª Pedro 2.5-10). Neste templo de gente cultuamos ao nosso Deus e aprendemos a Sua Palavra.

A leitura e ensino da Palavra devem ser praticados no culto. Timóteo é exortado a  ler, exortar e ensinar a Palavra de Deus. Era a exposição da Palavra que alimentaria o povo com os ensinos de Deus ((1 Tim 4.6,11,13).  O apóstolo Paulo exortou que suas cartas fossem lidas nas igrejas (Colossenses 4.16). Quando escreveu a primeira carta aos tessalonicenses ele exigiu em juramento que a carta fosse lida a todos (1 Tessal 5.27). Ele mesmo ensinava nas igrejas (1ª Cor 4.17) e ordenou que o ensino mútuo fosse praticado (Colossenses 3.16).

A igreja também deve ser um local de administração da justiça (1 Cor 5.1-5; 6.1-11; Mateus 18.15-17). As reuniões para disciplinar e corrigir irmãos da igreja, e mesmo decidir sobre os problemas entre eles, devem ser momentos de adoração, e também de instrução (1ª Tm 5.20).

Nossos cultos devem ser momentos de ensino e aprendizado. Neles devemos ser alimentados para a prática diária da Palavra de Deus. Mas, muitas vezes nossa prática é de  não nos importamos com a Palavra.

Pastor Almir Marcolino Tavares

Com autorização do Blog Meditações de um Peregrino

Eli Vive!

Eli Vive!

Leia novamente e certifique-se de que leu certo o título desse artigo. Viu? Eli vive!

Não escrevo que ELE VIVE mas que Eli vive! Infelizmente Eli vive.

Felizmente ELE VIVE. Cristo Vive. Felizmente podemos confiar que porque ELE VIVE posso crer no amanhã. Eli não ficará impune! Podemos crer que as injustiças, maldades, impiedades, os descaminhos dos homens, suas incorreções e desvios terão um fim. Teremos certamente um tão sonhado Final Feliz.

O presente porém é sombrio porque Eli vive. Temos muitos deles espalhados tanto nas igrejas quanto nos lares. Líderes que desencaminham. Pastores, diáconos, pais e mães que desonram a Deus, não levando, na prática, a Palavra de Deus a sério e danificam vidas preciosas das quais ELIs prestarão conta.

A maioria de nós lembra de ter lido no livro de 1 Samuel sobre duas famílias. Uma de um homem chamado Elcana com sua esposa piedosa Ana e um menino que nasce pra ser usado poderosamente por Deus. A outra família formada por 3 homens: o grande Sumo Sacerdote Eli e seus amados filhinhos sacerdotes Hofni e Finéias.

Enquanto Ana sofria, em sua intimidade, suas dores diante do SENHOR, Eli desonrava a Deus diante da nação de Israel. Enquanto Ana cantava seus maravilhosos cânticos, o grande Sumo Sacerdote definhava em espírito e em verdade. 

Ana, uma mulher piedosa, lutava por sua família lutas não incomuns aos nossos dias. Eli, também, tinha em si e em sua família muitas coisas em comum com os dias atuais. Ana glorificava a Deus. Eli O desonrava. Ana buscava a Glória de Deus na sua casa. Eli brincava de Sumo Sacerdote. Nada diferente do que vemos hoje em dia.

Graças a Deus temos um remanescente que ainda ora, que ainda sofre com seus pecados e dos outros, que se humilha diante de Deus e que busca Sua Glória. Ainda há donas de casa, humildes e humilhadas diante de Deus, sem muito conhecimento das Teologias Sistemáticas, mas que estão quedadas aos pés de Cristo vivendo para honrá-lO.

Eli também vive. Infelizmente. 

Ele ou Eli, permita-me o trocadilho, ainda chama de filha de Belial os que oram ao Senhor em suas simplicidades e carências. Eli ainda trata os seus queridinhos com honra mesmo sendo filhos de Belial. Ele chama o justo de perverso e o perverso está perto dele. Eli vive e infelizmente está por todo o lado.

Eli prega que não se deve roubar e rouba. Ele prega que se deve amar e odeia. Eli exorta que se deve perdoar mas não perdoa. Ele diz que expressões como Eu pequei e Perdoe-me devem ser usadas por cristãos genuínos frequentemente mas nunca ouvimos isso de sua boca. Eli insiste que se deve estender a mão mas vive cruzando os braços em rejeição. Ele proclama que Cristo deve ser o centro mas não tem uma vida, de fato, centralizada nELE.

Eli vive. Infelizmente. Multidões seguem os Elis pois estão debaixo do mesmo Juízo de seus Ídolos. Um cego guia muitos outros e todos caem no abismo. A cegueira da multidão é culpa de Eli mas é juízo à multidão que preferiu se acomodar e buscar seus próprios interesses em detrimento da Verdade e da Vontade de Deus. Multidões não estão sendo enganadas. Estão deixando-se enganar e isso é JUÍZO do Alto.

Sacerdotes engordam em dia de matança enquanto suas ovelhas definham e morrem de mortes trágicas!

Sacerdotes cegos, surdos e que não falam mais, não intermediam mais, não consolam, não ajudam, não tem compaixão, não se arrependem (ou nunca o fizeram), não se santificam e assim não podem dar aos seus seguidores aquilo que Elis não tem.

A Arca da Aliança já está distante (quem lê entenda), A frase Icabode! em certo sentido pode ser dita, Cristo está do lado de fora de muitas igrejas a bater para que lhe permitam entrar. Destruídos os fundamentos….. O mundo está dentro de seus lares e igrejas e Cristo não é o Centro das vidas. Os queridinhos Hofni e Finéias continuam casando e batizando enquanto o povo de Deus tropeça nas cascas de banana das vidas de famílias paganizadas que domingo dizem servir ao Senhor, pegando com suas mãos sujas os Santos Utensílios da Casa do Senhor.

Eli vive. Infelizmente. Porém ELE vive! CRISTO VIVE! Graças a Deus. ELE é Soberano e permite que Eli viva.

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