Ser Mãe é meu CULTO diário ao meu DEUS

Ser Mãe é meu CULTO diário ao meu DEUS

Três anos após meu casamento tive uma das experiências mais impressionantemente maravilhosa que um ser humano pode desfrutar. Ao ver meu corpo sendo preparado miraculosamente eu tive o prazer de sentir um ser frágil sendo formado no meu ventre. Enjoos muitos, sensações e sentimentos estranhos e difíceis, apetites curiosos, sensibilidade aflorada. Remelexos e chutes internos. Cds de ninar constantes. Meu esposo à barriga a cantarolar hinos e cânticos infantis: “Um patinho nadando na lagoa, ele grita: Ó meu Deus que água boa!” Rsss. Então vem à luz um garoto lindo com a necessidade de uma cirurgia urgente no coração. 7 horas dificílimas no oitavo dia! O ventrículo direito estava em conexão com a aorta e o ventrículo esquerdo com o tronco pulmonar. Morreria em poucos meses caso não houvesse a cirurgia. Entre a vida e a morte durante vários dias. Choros, incertezas, orações às centenas e de todas as partes. 30 dias na UTI. E no final do “túnel”: Lar, doce Lar!

Após a tempestade vieram as muitas fraldas, noites “dormidas com um olho aberto e outro fechado”, a sensação maravilhosa de amamentar, de segurá-lo no colo, de inspirar profundamente aquele precioso cheirinho de coisa celestial. Tantos desafios, propósitos e necessidades. Coisas naturais e muitas inesperadas afinal de contas nenhuma mãe “nasce” sabendo de tudo. Na verdade, não sabemos quase nada. Amor e paixão, altruísmo, criatividade, no entanto, vão ajudando no aprendizado diário e constante.

Fiquei tensa no primeiro dia de escolinha ao vê-lo chorar. Terceirizar essa área não foi fácil. Sofri e sofro. Quatro internações, várias consultas. Dores e temores regados por muitas orações! Aos 6 anos uma segunda cirurgia reparadora. A ansiedade tentando, mais uma vez, invadir nossos corações! Vencemos! Quero dizer: Deus nos fez vencer!Ele é o Pedro Victor! O Pedro que Venceu!

Hoje após 13, quase 14 anos, olho pra trás e vejo tanta vida vivida! Certamente abandonei muito pra ganhar meu filho. Abandonei projetos pessoais, trabalhos cristãos, crescimento teológico. Servi muito pouco na Igreja, quase não saí de casa.  “Abandonei” minhas amigas. “Não posso” e “não vai dar” foram frases muito usadas nesses anos. Abandonei a mim mesma para ganhar o que de mais precioso existe para uma mulher: um filho com caráter, estável, que ama e é amado. Abandonei a mim mesma para ser uma mulher extremamente lapidada nesse maravilhoso processo.

Meu trabalho é sagrado e o meu salário é eterno. Tenho já agora filhos que me amam. Vejo todos os dias seus olhinhos brilhando de felicidade, seus sorrisos diários, suas vidas recém chegadas desfrutando de um lar estável e que ama ao SENHOR.

Para essa sociedade perdida eu sou uma mulher que desperdiçou sua vida, que não trabalha, sem propósitos, sem uma carreira que dá, segundo esse mundo, sentido à vida. Meu serviço sagrado é chamado pejorativamente de “Prendas do Lar” e há um ar de “coitada” quando sou obrigada a dizer essa frase em alguma loja ou instituição. Porém o meu emprego é divino e o meu ganho é invisível, real e ressoa no sorriso e na segurança de meus 3 filhos: Pedro, 13, Júlia, 10 e Lucas, 6. Esse é o maior salário que uma mãe pode receber. Como disse o apóstolo João: “não tenho maior alegria do que essa: a de saber que meus filhos caminham na verdade.” 

Eu creio que a maternidade é um ministério, um serviço sagrado. Como ser pastor ou missionário. Ser mãe é buscar a Glória de Deus incansavelmente. É ter filhos criados não para a calamidade eterna. Filhos com sentido de vida, com firmeza de espírito, com vida abundante, com sorriso na alma, plenos de paz com Deus. Esse é o meu preciosíssimo salário. Dinheiro que o mundo não me pagaria nem se eu trabalhasse 24 horas por dia. Salário que traz um aroma paradisíaco ao meu lar, que faz com que meus 3 filhos corram sorridentes de um lado pro outro, que promove riqueza espiritual, que fortalece a sociedade e glorifica o meu Deus.

Ser mãe pra mim é o meu culto diário a Deus!

Um Milagre chamado Mãe

Um Milagre chamado Mãe

Quando Deus fez o ser humano Ele criou o reflexo de seu ser na Terra. Alguém que interagisse com a criação com sabedoria, criatividade, emoção, que pudesse falar, pensar, ter desejos.

Quando Deus quis refletir o seu relacionamento com seu povo, um povo que seria resgatado na Cruz do Calvário, Deus criou a família. Nela ele revelou seus pensamentos acerca de Israel e da Igreja, com seu povo. Um relacionamento que é imutável, incondicional, indissolúvel. Um relacionamento que diz: “Nunca jamais te abandonarei”.

Ah mas quando Deus quis mostrar como é o seu amor, sem dúvida ele fez um milagre. Um milagre chamado MÃE! Algo impossível e que se não víssemos um desses milagres com os nossos próprios olhos não acreditaríamos que existisse.

Um ser improvável de existir e teoricamente inacreditável.   Teoricamente pois na prática nós conhecemos milhares desses milagres feitos por Deus e, em especial, um desses seres improváveis ou impossíveis está bem pertinho de nós.

Como a um frasco de perfume, Deus resolveu, em Seu eterno querer, derramar, copiosamente dentro desse ser, seu profundo amor, carinho, cuidado e emoção. Ele colocou algo infinito e eterno nesse recipiente humano que é frágil e limitado. Como é possível que o amor eterno de Deus esteja em um ser humano? Como podemos contemplar a beleza amorosa de um Deus infinito, ilimitado e totalmente santo num ser tão frágil e com tantos limites e imperfeições? Como é possível em um recipiente tão pequeno conter tamanho amor? Como é possível tanta resignação, altruísmo, incondicionalidade. Como pode ser isso (?) que, em um ser humano, Deus possa ter jorrado suas características e atributos mais elevados? Alguém que possa tudo crer em relação aos filhos, que tudo sofra, que tudo suporte, que não procure seus próprios interesses, que não se ressinta do mal, que tudo espera e que é impressionantemente paciente e que busca incansavelmente o bem dos seus?

Como isso é possível? Como?

Dizem por aí que milagres não existem mas eu posso ver uns todos os dias. Eu posso pegar, abraçar, beijar, posso tocá-los. Posso contemplá-los e ficar pasmo com tamanha entrega de vida, com tanta demonstração de amor incondicional, constante, paciente, perpétuo, terno, carinhoso, dedicado e centenas de milhares de outros adjetivos que não daria tempo de referir.

Mãe, nós te amamos!

Amamos o milagre de Deus que é você.

Esse perfume de Deus chamado Mãe. Que perfuma nossa vida e que jamais gostaríamos de ficar sem.

Mãe, obrigado pelos 60 minutos de todas as 24 horas de todos os 365 dias de todas as dezenas de anos nos quais você se dedicou a nós e que ainda nos dedicará.

Obrigado pelas lágrimas, risos, e lutas e alegrias. Obrigado por brincar comigo, por me amamentar, por me levar pro médico e pra escola. Por comprar e fazer minhas comidas, por se acordar de madrugada pra ver se eu estava bem. Obrigado pelas surras que me conduziram à sensatez e pelos milhares de Nãos!!! que evitaram que eu me arruinasse.

Obrigado Deus, meu Deus, por minha mãe existir. Obrigado por Teu amor pela humanidade em ter criado um Ser tão Extraordinário e tão parecido conTigo. Obrigado por preservares o mundo usando MÃES por todos os lados.

Obrigado pelo milagre de amor que o Senhor colocou na minha história aqui na Terra.

Obrigado; e peço que o Senhor tenha misericórdia de cada uma delas que aqui estão para que todas abandonem a porta larga e entrem pela porta estreita que conduz à Tua casa e ao Teu perfeito, infinito, incondicional, imutável e maravilhoso  AMOR.

Mãe, você é um milagre com o qual Deus generosa e graciosamente abençoou minha vida!

Obrigado, mãe!

Nós, teus filhos, te amamos e te somos eternamente GRATOS!

13 Regras Infalíveis para a Esposa Destruir Seu Casamento

13 Regras Infalíveis para a Esposa Destruir Seu Casamento

  1. Procure os conselhos de pessoas incrédulas quando tiver problemas no casamento. As orientações da Bíblia, a busca da vontade de Deus em oração e os conselhos dos crentes são coisas fora da realidade.
  2. Esqueça o ideal bíblico de submissão da esposa. Hoje os tempos são outros. Seja moderna, independente e autoconfiante. Você já percebeu como aquelas mulheres da novela vivem assim e parecem tão felizes e respeitadas?
  3. Pregue sempre para o seu marido. Apresente a ele longos sermões citando versículos decor. Durante o sermão não se esqueça de dizer que ele deveria ter escutado a pregação do pastor no domingo.
  4. Critique-o sempre diante das suas amigas e parentes. Faça isso mesmo quando ele estiver presente. Deixe que todos saibam o quanto ele deixa a desejar como marido. Falando em críticas, não se esqueça também de falar mal dos parentes dele.
  5. De vez em quando, trate-o com frieza e fique sem falar com ele. Essa é uma maneira sutil de torturá-lo e servirá para ele aprender a lhe dar valor.
  6. Quando houver discussões, “jogue na cara” dele as falhas do passado e ameace-o com a separação. Diga que se as coisas continuarem assim não haverá outro jeito.
  7. Mantenha-se sempre “emburrada”, mal humorada e ríspida, principalmente quando ele chegar do trabalho. Isso fará com que ele não sinta vontade de ir para casa.
  8. Tome a frente de tudo. Afinal de contas, se você não tomar a iniciativa, quem o fará, não é mesmo?
  9. Jamais abra mão de suas opiniões. Seja teimosa. Lembre-se que seu marido não tem “visão das coisas”.
  10. Coloque os filhos sempre à frente dele. Nunca o deixe pensar que está em primeiro lugar. O interesse principal para você deve sempre ser as crianças.
  11. Fale contra seu marido para os seus filhos. Conquiste a cumplicidade deles fazendo com que, mesmo em família, ele se sinta só e deslocado.
  12. Jamais se preocupe em se arrumar para agradá-lo. Ser encantadora é coisa de mulher vulgar. Para que perder tempo com isso?
  13. Demonstre frieza e desinteresse nas relações do leito conjugal. Tudo deve parecer sempre forçado, pouco espontâneo, obrigatório e sem graça.

 

Pr. Marcos Granconato
Soli Deo Gloria

Extraído com autorização do Site http://www.igrejaredencao.org.br/

 

Aborto NÃO! Nosso Filho vai Viver.

Aborto NÃO! Nosso Filho vai Viver.

Em 2003, após 3 anos de casamento estávamos, eu e minha esposa, numa clínica para mais um ultrassom para descobrirmos o porquê dela não engravidar. Havia já um ano que tentávamos, em Deus, nosso primeiro filho. Alguém, então, me chama a entrar na sala onde estava minha esposa. Ela estava grávida! A surpresa foi misturada com a alegria e um sentimento estranho de ser pai. Entre 2 e 3 meses depois disso, minha esposa fez um ultrassom morfológico que é realizado no primeiro trimestre de gestação para verificar o risco de anomalia cromossômica e cardíaca no feto. Nesse exame de rotina descobrimos que aquela criança tinha um problema. A translucência nucal indicava que nosso primeiro e tão esperado bebê teria problema cardíaco ou alguma anomalia no cérebro ou talvez síndrome de Down. Poderia a criança, segundo o médico, também nascer com todos estes problemas associados. Havia, no entanto, uma possibilidade dessa alteração da Translucência Nucal não redundar em um destes sérios problemas.

No mesmo dia daquele choque, eu e minha esposa fomos, imediatamente, para a obstetra. Ao ver o resultado, ela, impressionada, nos levou a um consultório ao lado, de um amigo ultrassonografista, e refez o exame.  Então confirmou o que não desejávamos: Havia real alteração e a possibilidade era grande de haver alguns problemas com o feto.

O mais chocante, entretanto, viria agora. Aquela jovem médica nos sugere um aborto. Poderíamos acabar com o problema e partirmos para uma nova gravidez. Chocante! Mais terrível que qualquer doença, por pior que seja, é o Assassinato cruel de um feto indefeso. Mas ao mundo sem Deus e sem Suas Leis isso é normal, habitual e até correto.

Claro que você sabe o que fizemos!

Relatamos o ocorrido apenas para 2 ou 3 casais e ficamos em oração. O Deus Soberano estava no controle e nós tínhamos as Suas Leis por regra de Fé e Prática. Era assim que vivíamos até aquele momento e seria exatamente assim que viveríamos após os 2 choques.

No sexto mês de gestação realizamos um novo ultrassom morfológico no qual foi descartada a Síndrome de Down. Partimos então para o exame de Ecocardiograma Fetal. Repetimos o exame com outra médica. Foi então confirmado que aquele menino teria que realizar uma cirurgia cardíaca assim que nascesse. Imediatamente. Os médicos viram que a Aorta e a Artéria Pulmonar estavam trocadas de lugar. O sangue não teria oxigenação e o bebê recém-nascido não suportaria dois meses de vida. A cirurgia deveria ser realizada!  Estávamos felizes e agradecidos a Deus por não ter sido uma Síndrome de Down ou um problema mental mas precisávamos orar e compartilhar com mais irmãos.

Começou então uma luta pela vida. Irmãos de várias igrejas começaram a orar por aquele menino que já se chamava Pedro. Centenas de pessoas em suas casas e igrejas começaram a rogar a Deus por nossas vidas. Sentimo-nos amados, confortados e abraçados intensa e constantemente. Estávamos confiantes em meio à tribulação. Deus, sempre soubemos, era soberano e o Soberano ouvia centenas de súplicas diariamente.

Os médicos, cirurgiões, anestesistas, enfermeiros e o hospital estariam preparados no dia em que o Pedro nascesse. Após o nascimento, no Dia de Ações de Graça, houve a avaliação do quadro clínico e o Cirurgião principal preferiu que a cirurgia fosse feita ao oitavo dia (uma “circuncisão” como nos bebês em Israel).

A cirurgia, prevista para 3 ou 4 horas, demorou 7. Os cirurgiões saíram exaustos e nos mandaram pra casa sem nos dizerem o que tinha acontecido. Foi um momento terrível pra nós. Choramos muito. Amávamos muito aquele que nem conhecíamos ainda!

Dois dias depois os médicos nos contaram que a demora se deu pelo fato de encontrarem, além da Aorta e a Artéria Pulmonar invertidas, ainda defeitos (buracos) entre os dois átrios. Problemas interatrial e interventricular (CIA/CIV). A cirurgia havia sido bem sucedida mas ele estava instável. Ao religarem o coração viram que apenas um dos rins funcionava e ainda de forma insuficiente.

O vímos dias depois como que morrendo no seu leito. Inchado e desfigurado.

Voltávamos para casa. Minha esposa chorava muito. Sabia que ir pra casa seria ruim. Então ao dirigir, lembrei-me que havia uma família amiga cujo pai tinha crido no Senhor. Decidi ir pra lá mesmo contra a vontade dela. Ao chegarmos, descobrimos que muitos irmãos estavam lá. Ao perceberem nossa profunda tristeza resolveram orar e então, dando as mãos em pé, num círculo de profundo amor e comunhão diante de Deus, os irmãos começaram a orar. E a chorar. De repente muitos estavam chorando. Deus nos ouvia. ATENTO.

Após nossas orações uma senhora amiga nos disse: “Vocês não consagraram o filho de você a Deus? Então o entregue a Deus!” Voltamos pra casa meditando no coração tudo o que havia ocorrido.

O Pedro era do Senhor. Havíamos consagrado-o a ELE. Pensávamos nele sendo missionário ou um pregador da Palavra com 20 anos mas Deus poderia estar requisitando nosso filho nos primeiros dias. Naquela mesma noite, ao chegarmos em casa, o entregamos em oração ao DONO dele. Não oraríamos mais por sua restauração: um “seja feita a nossa vontade”. Por volta da meia noite começamos a orar e oramos assim: “SENHOR, nosso filho não é nosso! Ele é Teu! Podes levá-lo agora se o quiseres!”

Foi muito difícil dizer o amém, mas o dissemos com todas as letras.

No dia seguinte fomos visitar o Pedrinho. Minha esposa perguntou a enfermeira como ele estava e ela nos disse: “Começou a melhorar.” Curiosa ela faz uma segunda pergunta: “Que horas ele começou a melhorar?” A resposta nos alegrou e impressionou muito: “Por volta da meia noite de ontem.”. Exatamente quando orávamos e chorávamos diante de Deus.

Daquele dia em diante ele melhorou constantemente até que no trigésimo segundo dia de UTI ele recebeu alta.

Demos a ele o nome de Pedro Victor pela grande vitória que o SENHOR nos deu.

O Pedro ainda fez uma nova cirurgia corretiva no coração em 2010 com 6 anos e meio.

Hoje voltaremos a sua médica para avaliação anual. Ela nos disse, anteriormente, que o Pedro é dentre todas as crianças que passaram por essa cirurgia com ela, uma das 5 crianças que tiveram melhor resposta. Resposta de oração! Louvado seja o SENHOR.

Porque resolvemos, eu e minha esposa, escrever sobre esses dias difíceis de nossas vidas? Sabe o por quê? Porque o Pedro ontem completou 14 anos. Ele está lindo e saudável. Anda nos caminhos do SENHOR. Já compôs várias músicas para o Deus da sua salvação e deseja serví-lO.

Quanto àquela proposta de aborto em 2003 podemos dizer que obedecer ao SENHOR é sempre a única opção! O Seu mandamento é claro: Não Abortarás! Não assassinarás covardemente independe da situação. Aborto é assassinato covarde. Milhões de indefesos que gostariam de viver e lutam por isso dentro do ventre de mulheres egoístas são assassinados diariamente de modo bárbaro.

Para as mulheres que escolheram preservar a vida de seus filhos enquanto eles não podiam opinar, todas essas benditas mulheres descobriram que valeu muuuuuiiiiiiiitttttoooooo a pena. Amam apaixonadamente aqueles para quem um dia foi sugerido um aborto.

Nossos filhos vão viver!

 

Vagner e Danielle Lemos

 

 

O Segredo da Felicidade

O Segredo da Felicidade

                               Em outubro de 2009, a revista americana Time publicou uma edição inteiramente voltada a falar da situação da mulher naquela época nos EUA. O objetivo da revista era mostrar os resultados do feminismo, que iniciou nos anos 1970 com propósito de libertar as mulheres das ideias antigas sobre feminilidade. A ideia do movimento era que as mulheres deveriam “jogar no lixo” as visões tradicionais de casamento, maternidade e moralidade. O fato curioso apontado na matéria da revista em 2009, foi novamente analisado e comprovado pelo jornal britânico The Guardian no ano passado (2016): o ganho de liberdade e direitos femininos não aumentou a felicidade como as feministas imaginaram. Na verdade, pesquisas em diversos países apontam que, apesar de terem mais dinheiro e recursos de todo tipo, as mulheres hoje são mais infelizes do que eram há décadas atrás. 

                               Talvez você discorde das informações acima inicialmente. Talvez pense que isso não faz sentido porque hoje você ganha seu dinheiro, não depende de ninguém, tem liberdade de fazer o que quiser. Mas pense em alguns detalhes da sua vida. Você tem tempo para tudo que você acha que deveria estar fazendo? Você tem realmente conseguido ser uma boa mãe com o pouco tempo que passa com seus filhos? Você é feliz no seu casamento? Quando olha as redes sociais, você se sente satisfeita com o seu corpo, cabelo, roupas ou vive ansiosa por achar que não está adequada? Seu dinheiro é suficiente para tudo que você acha que precisa comprar? Vou te falar a verdade, mesmo que tivéssemos todo tempo que achamos que precisamos, todo o dinheiro que gostaríamos de ter e toda a beleza que achamos que nos deixaria satisfeitas, tudo isso não nos garantiria felicidade. Sabe por que? Porque fomos criadas por Deus e para encontrar satisfação Nele. 

                               A Bíblia nos ensina que Deus criou o homem e a mulher (Gênesis 1:27). Eles viviam em perfeita comunhão com o Criador e um com o outro (Gênesis 2:25). Eles tinham o casamento perfeito, tinham todo o tempo e todos os recursos que precisavam. Não sabiam o que era medo, nem vergonha, nem tristeza até que desobedeceram a Deus e tudo isso passou a fazer parte de suas vidas (Gênesis 3). A desobediência separou o homem da comunhão perfeita com Deus e da felicidade que é consequência disso. 

                               Hoje vivemos em um mundo manchado pelo pecado, não só o de Adão e Eva, mas o de todos os seres humanos que nasceram depois deles (Romanos 5:12). Nossa falta de relacionamento com o Deus Criador de todas as coisas é a razão de nossa insatisfação mesmo quando usufruímos de todos os recursos possíveis. Não ter relacionamento com Deus nos causa sofrimento, medo, incerteza. Mas Ele mesmo, em Sua imensa bondade, providenciou uma forma de retornarmos a essa comunhão. Deus castigou em Seu Filho a nossa desobediência, pagando a nossa dívida com Ele para que pudéssemos ter paz nesse mundo caído.  

                               Jesus Cristo veio ao mundo para nos salvar e nos reconciliar com Deus. A proposta que Ele tem para nós é a seguinte: “Venham a mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vocês o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para a vossa alma. Porque o meu jugo é suave, e o meu fardo é leve.” (Mateus 11:28-30)

                               Não é exatamente isso que temos buscado, descanso para nossa alma? Não é exatamente assim que nos sentimos, cansados e sobrecarregados? O chamado de Jesus é que nos acheguemos a Ele, aprendamos mais sobre Ele e o resultado disso será o descanso de nossas almas. Ao contrário das falsas promessas que esse mundo tem feito, a Bíblia nos ensina o caminho para felicidade que tanto buscamos:

Salmo 2:12 diz que felizes são os que se refugiam em Cristo.

Salmo 119:1 diz que felizes são os que andam na lei de Deus.

Salmo 119:2 diz que felizes são os que buscam a Deus de todo coração.

Isaías 30:18 diz que felizes são os que esperam em Deus.

Jesus disse em Lucas 11:28, que felizes são os que guardam as Suas palavras e em João 13:17, disse que felizes seriam os que praticassem o que Ele ensinou.

Jesus também disse que felizes seriam os que não viram suas obras, mas ainda assim creram (João 20:29).

                               O que precisamos para sermos completamente felizes não é dinheiro, autoestima, uma linda aparência, um bom emprego e nem pensamento positivo. Precisamos de Jesus Cristo. Precisamos nos voltar a Ele, aprender mais sobre Ele e cultivar um relacionamento com Ele. Isso transforma nossa vida. Mas talvez a sua pergunta agora seja: Por onde começo? E minha resposta é: pela Palavra de Deus, a Bíblia. Deus inspirou uma coleção de livros para que pudéssemos entender tudo o que precisamos entender sobre Ele. A Palavra de Deus é a verdade e é ela que nos instrui e liberta. Jesus disse que se o buscarmos de todo coração, Ele se revelará a nós. Então, busque, peça e você conhecerá o caminho da verdadeira felicidade.

 

Larissa Ferraro

Encontrando Esperança em Meio a Dor

Encontrando Esperança em Meio a Dor

                           A Bíblia nos diz que Deus criou o homem reto, mas ele se meteu em muitas astúcias (Eclesiastes 7.29). Tudo que Deus criou era bom e estava em perfeita harmonia, até que Adão e Eva decidiram que queriam ter o conhecimento do mal. O bem eles já conheciam. Toda a criação de Deus funcionava da maneira que o Criador planejou, mas eles acreditaram que o conhecimento do mal os traria alguma vantagem. Desde então, o sofrimento entrou no mundo e passou a fazer parte de nossas vidas. Jesus foi bem claro ao dizer que no mundo teríamos aflições. Ninguém escapa dessa realidade. Mas é ele também que nos aponta a única fonte segura de esperança, seja qual for nosso sofrimento: “Tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo” (João 16.33).

                         Em seu livro Depressão e Transtorno Bipolar, o médico e conselheiro bíblico Dr. Charles Hodges aponta a triste realidade do grande número de pessoas diagnosticas com depressão em todo o mundo. Ele nos alerta que cerca de 90% das pessoas que recebem esse diagnóstico estão apenas sofrendo normalmente por perdas comuns a vida humana.[i] Elas não estão doentes, fato que explica o porquê do resultado de outra pesquisa feita sobre o uso de antidepressivos. Essa pesquisa revelou que em torno de 87% das pessoas que tomam antidepressivos sentem alívios emocionais no início do tratamento (isso perde o efeito com o passar do tempo) pela esperança que elas depositam na medicação. A medicina ainda não conhece muito bem como a depressão age em nosso cérebro, por isso os medicamentos têm apenas a função de minimizar sintomas, não tratar ou curar uma doença. Quando a pessoa começa a tomar o remédio, ela tende a acreditar que achou a solução para seu problema. Com o passar do tempo, o sofrimento em sua vida continua existindo e a esperança no medicamento para de fazer efeito.

Então, se quase 90% das pessoas que estão sofrendo com perdas em suas vidas encontram alívio na esperança que têm em um remédio, será que não conseguiríamos dar essa esperança com algo mais confiável, sólido e duradouro? Creio que sim.

O profeta Jeremias foi um homem que passou por muito sofrimento. Tudo que ele acreditava e vivia era o contrário da maioria das pessoas ao seu redor. Além disso, passou por sofrimento físico, rejeição e solidão. No livro bíblico de Lamentações, lemos o relato de seu sofrimento. Mas ele nos mostra de onde conseguiu tirar forças para suportar tudo que passou. Jeremias escreveu:

“Todavia, lembro-me também do que pode dar-me esperança: Graças ao grande amor do Senhor é que não somos consumidos, pois as suas misericórdias são inesgotáveis. Renovam-se cada manhã; grande é a tua fidelidade! Digo a mim mesmo: A minha porção é o Senhor; portanto, nele porei a minha esperança. O Senhor é bom para com aqueles cuja esperança está nele, para com aqueles que o buscam; é bom esperar tranquilo pela salvação do Senhor.” (Lamentações 3.21-26)

Assim como Jeremias, em meio aos nossos sofrimentos ou ajudando pessoas que estão sofrendo, o que precisamos trazer à mente é que existe um Deus soberano, bom, misericordioso e que nos oferece graça nos momentos difíceis. Jesus disse:

“Venham a mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu lhes darei descanso. Tomem sobre vocês o meu jugo e aprendam de mim, pois sou manso e humilde de coração, e vocês encontrarão descanso para as suas almas. Pois o meu jugo é suave e o meu fardo é leve.” (Mateus 11.28-30)

A Bíblia é a única fonte de esperança real e confiável, porque ela é a Palavra de Deus. Muitas vezes, quando estamos sofrendo, buscamos ajuda de pessoas até bem-intencionadas, mas que nos dizem coisas para nos animar que na verdade Deus nunca nos prometeu.

Eu e meu marido não podemos gerar filhos. Até descobrirmos isso, passamos por um longo processo de visitas a médicos, exames e, por fim, veio a notícia que aumentou nossa tristeza. Foi um período de muito sofrimento em nossas vidas, mas que foi superado pela graça de Deus. Aprendi que a graça de Deus é sempre suficiente. Eu não preciso ter filhos. Eu queria. Mas precisar, eu só preciso da graça de Deus. Essa graça completa meu coração hoje. Mas durante o processo todo, muitas pessoas me falavam para eu ter paciência porque Deus me daria filhos. Essa expectativa só aumentava a minha dor a cada mês que o filho não vinha. Até que, certa vez, um conselheiro bíblico me disse algo que começou a mudar meu coração. Ele me disse a verdade. Deus não promete dar filhos a todo mundo, assim como Ele não promete refazer casamentos, curar todas as doenças e dar prosperidade financeira. Ele faz sim tudo isso, mas não promete para ninguém.

Nossas frustrações nesse mundo são exatamente proporcionais às nossas expectativas. Expectativas erradas vão sempre gerar frustração e tristeza. Deus não prometeu acabar com o sofrimento do ser humano nesse mundo, mas Ele prometeu que sempre estaria conosco nos fortalecendo durante o sofrimento. Ele também prometeu que um dia aqueles que creem em seu filho Jesus Cristo vão habitar com Ele em outro lugar, aonde não haverá nenhuma tristeza. Essa é nossa esperança real. Um dia tudo isso vai acabar e as aflições que passamos hoje não podem nem ser comparadas com tudo de bom que nos aguarda quando esse tempo chegar. Nisso deve estar nosso coração.

“Ouvi uma forte voz que vinha do trono e dizia: ‘Agora o tabernáculo de Deus está com os homens, com os quais ele viverá. Eles serão os seus povos; o próprio Deus estará com eles e será o seu Deus. Ele enxugará dos seus olhos toda lágrima. Não haverá mais morte, nem tristeza, nem choro, nem dor, pois a antiga ordem já passou.’”  (Apocalipse 21.3,4)

 

Larissa Ferraro

[i] Charles D. Hodges, Good Mood Bad Mood: Help and Hope for Depression and Bipolar Disorder (Sheperd Press, 2012), páginas 36 e 49. Livro também publicado em português sob o título Depressão e Transtorno Bipolar, pela editora Peregrino.

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