Carnavalesco e Cristão?

Carnavalesco e Cristão?

Este Artigo é dirigido a qualquer um que se chama cristão e vai brincar o Carnaval. Cair na folia. Entrar no clima. Ou coisa parecida.

É difícil compreender como alguém se denomina cristão e sente-se bem num ambiente em que se pratica quase tudo o que o próprio Cristo condena!

No carnaval os princípios de Deus são desprezados, Suas leis esquecidas, Seu nome debochado. Um carnavalesco deveria examinar a si mesmo com franqueza e verificar se é o caso de se chamar cristão apenas por tradição religiosa e mera conveniência familiar e social. O Brasil está repleto desse tipo de cristão que constrange o nome de Cristo.

É por isso que somos o “maior pais cristão do mundo” e ao mesmo tempo temos a festa nacional mais imoral do mundo. Seria mais razoável que essas pessoas tirassem a fantasia e assumissem abertamente que não são cristãs, simplesmente porque Jesus Cristo não é o Senhor das suas vidas. 
É bem conhecido o comentário de muitos carnavalescos que sentiram um doloroso vazio de alma no meio de toda a animação. Um patético contraste – invisível aos outros – entre os lábios sorridentes e a alma chorosa.

Seja sincero com você próprio: de todos os carnavais que já brincou, qual deles lhe ajudou a se livrar definitivamente das suas angústias? Depois da euforia tudo volta a ser como era antes, ou até pior, não é mesmo? O seu problema é afastamento de Deus e o Carnaval lhe faz o tremendo mal de lhe distanciar ainda mais dEle. 
Você precisa da intervenção direta de Cristo, extirpando pela raiz o mal de seu coração e lhe implantando uma nova vida. Somente assim você ficará sabendo o que é a alegria que vem de dentro, implantada por Deus. Uma alegria que não depende de fatores exteriores, especialmente de males como o álcool, a droga, a imoralidade, a farra.

Se você tiver a felicidade de um dia se converter a Cristo e assim – independente da sua religião – tornar-se um verdadeiro cristão, você olhará para trás e dirá: “Meu Deus, em que triste condição eu me encontrava!”.
Você terá então vontade de gritar bem alto conosco no próximo Carnaval: “Parem com esta loucura. Vocês não sabem o que estão perdendo!”

Pastor Mauro Clark

sob autorização do Site Falando de Cristo: http://www.falandodecristo.com

ADORAÇÃO: Momento de Aprendizado

ADORAÇÃO: Momento de Aprendizado

Na época em que o templo de Deus estava construído em Jerusalém, os adoradores sinceros viajam até lá para cultuar. Algumas vezes isso era perigoso, mas mesmo assim, o trajeto era feito com cânticos. Os salmos 120-134 são chamados “de romagem” ou “dos degraus”, por ser uma coletânea de hinos que aqueles adoradores peregrinos entoavam enquanto subiam para a cidade.

Após cantarem sua oração de angústia e sua confissão de segurança (Salmos 120, 121), eles entoavam um hino de alegria pela oportunidade da adoração (122). O fiel exultava por ter sido convidado ao templo, e por estar em Jerusalém adorando (versos 1,2), e proclamava a oportunidade de comunhão com os irmãos das outras tribos (versos 3,4).

No verso 5 ele fala da razão da ida à Jerusalém “Porque lá habitam tronos de justiça, tronos da casa de Davi.” A ida ao culto era uma oportunidade para aprender e praticar a justiça.

Deus havia escolhido Jerusalém como capital de Seu reino terrestre naquela dispensação, e Davi e seus descendentes como os administradores deste reino. Neste governo a justiça deveria prevalecer (2ª Samuel 8.15; Jeremias 21.12). A cidade era a representação da autoridade de Deus sobre Seu povo em todas as áreas. Lá as disputas judiciais eram resolvidas. O padrão para esta decisão não era a vontade do rei, mas a Lei de Deus. Deus havia ordenado que o rei de Seu povo deveria conhecer a Sua Palavra e administrar o reino conforme estes princípios (Deuteronômio 17.18-20).    

A prática desta justiça era para se tornar um costume diário abrangendo todos os aspectos da vida. Por isso, a ida ao culto era também um momento de aprendizado (Deut 14.23). Ir à Jerusalém adorar e comungar tinha como alvo o aprendizado do temor do Senhor,  que deveria ser praticado em todos os momentos da vida.

Em certas ocasiões a lei de Deus seria lida pelos sacerdotes e levitas para que todas as pessoas (incluindo as crianças) aprendessem e obedecessem a Deus todos os dias. (Deut. 31.9-13).  Foi isso que aconteceu na época do rei Josias (2ª Reis 23.1-3), e na época de Esdras (Neemias 8.1-12). E nestas duas ocasiões um reavivamento foi produzido. No culto coletivo o povo era lembrado de seu dever de cultuar a Deus pela obediência aos seus mandamentos, quando voltassem para casa.

Em nossos dias não há um templo igual ao de Jerusalém, mas há um templo formado por pessoas, que é a Igreja de Jesus Cristo (1ª Pedro 2.5-10). Neste templo de gente cultuamos ao nosso Deus e aprendemos a Sua Palavra.

A leitura e ensino da Palavra devem ser praticados no culto. Timóteo é exortado a  ler, exortar e ensinar a Palavra de Deus. Era a exposição da Palavra que alimentaria o povo com os ensinos de Deus ((1 Tim 4.6,11,13).  O apóstolo Paulo exortou que suas cartas fossem lidas nas igrejas (Colossenses 4.16). Quando escreveu a primeira carta aos tessalonicenses ele exigiu em juramento que a carta fosse lida a todos (1 Tessal 5.27). Ele mesmo ensinava nas igrejas (1ª Cor 4.17) e ordenou que o ensino mútuo fosse praticado (Colossenses 3.16).

A igreja também deve ser um local de administração da justiça (1 Cor 5.1-5; 6.1-11; Mateus 18.15-17). As reuniões para disciplinar e corrigir irmãos da igreja, e mesmo decidir sobre os problemas entre eles, devem ser momentos de adoração, e também de instrução (1ª Tm 5.20).

Nossos cultos devem ser momentos de ensino e aprendizado. Neles devemos ser alimentados para a prática diária da Palavra de Deus. Mas, muitas vezes nossa prática é de  não nos importamos com a Palavra.

Pastor Almir Marcolino Tavares

Com autorização do Blog Meditações de um Peregrino

Nos regozijamos na Verdade! Cristo é a Verdade.

Nos regozijamos na Verdade! Cristo é a Verdade.

E o amor…
se regozija com a Verdade.
1 Coríntios 13:4-7

Estamos caminhando desde 2017 lentamente por cada definição acerca do AMOR dada por Paulo no Capítulo 13 de 1 Coríntios. Já vimos que um Cristão é paciente, benigno, não arde em ciúmes e invejas, não se conduz inconvenientemente, não se vangloria, não se “amostra”, não fica de biquinho e amargurado, não puxa a sardinha para a sua brasa, etc. Na última expressão adjetiva relativa ao Amor Bíblico vimos que este não se alegra com as injustiças. Os Cristãos autênticos não se alegram nas injustiças deste Planeta chamado Lama porque se regozijam com a Verdade. Jesus é a Verdade. A Lei do Senhor é a Verdade e não só meditamos nela dia e noite mas temos prazer em fazer isso.

Nós gostamos da luz e não das trevas, da verdade e não de mentiras, de amar e não de odiar, de santificação e não de depravação, de pureza e limpeza e não de chafurdios e chiqueiros.

Somos da luz e, então, como filhos da Luz, nos regozijamos com a Verdade.

A propósito, o verbo regozijar não é sinônimo puro e simples do verbo alegrar. Regozijar é mais do que se alegrar.
Alegrar-se é algo íntimo, pessoal, particular mas regozijar-se é se alegrar tanto que quer compartilhar com amigos e vizinhos e parentes. Nas parábolas do pastor que acha sua ovelha perdida e da mulher que acha sua moeda perdida o que eles fazem após alegrarem-se é regozijarem-se. Chamam os amigos e vizinhos e fazem a festa. Na parábola do Pai que perde um de seus filhos e o vê voltando vemos muito regozijo e festa.  

Nós nos regozijamos com as verdades de Deus e com A Verdade e a Vida: JESUS.

O povo de Deus deve estar sempre se regozijando. Tudo é festa pois temos TUDO. Os casamentos são festas regozijantes. O Culto é regozijo. O calendário da minha e da sua Igreja deve estar repleto de datas onde CELEBRAMOS A CRISTO e a Bondade continua dEle sobre nós. O Cristianismo é a Única Religião, se é que podemos assim dizer, que canta. Há música nas nossas almas pois temos a Maior das Vitórias: Cristo morreu por nós e estamos salvos! Há Regozijos musicalizados nos céus e na Terra! Entre homens e anjos. Corais e orquestras. Celebração e regozijo contínuos.

Celebremos juntos. Celebremos a Cristo!

 

Vagner Lemos

A Felicidade Completa não virá com o ANO NOVO, mas com o MUNDO NOVO

A Felicidade Completa não virá com o ANO NOVO, mas com o MUNDO NOVO

No final de ano habitualmente usamos a frase “feliz ano novo” para cumprimentar as pessoas da nossa convivência. Com estes votos desejamos que o ano prestes a se iniciar seja novo não apenas quanto ao tempo, mas que, com sua novidade traga também a felicidade que o ano que se finda não proporcionou. No entanto, nossa experiência e os relatos históricos demonstram que nenhum ano tem o poder de produzir felicidade. Antes, cada um deles traz sua cota de alegrias e tristezas, nascimentos e mortes, realizações e frustrações, sonhos e pesadelos. Por mais intenso que sejam nossos votos, o ano de 2018 não fugirá à regra, mas virá com o mesmo ciclo de fracassos e sucessos, acontecimentos bons e ruis, lágrimas e sorrisos.

No entanto, não perca a esperança, Deus promete um tempo quando não haverá tristezas, somente felicidade. Isso ocorrerá quando Ele criar algo novo, não um novo ano, mas os novos céus e a nova terra. Essa promessa de renovação do universo aparece em vários lugares da Bíblia.

Ela é mencionada várias vezes em Isaías 40-66, com o objetivo de animar a confiança do povo que estaria no cativeiro. Deus lembrou que, da mesma forma que havia estendido os céus e fundado a terra, também protegeria o Seu povo estendendo novos céus e fundando nova terra (Is 51.13,16). Ele garantiu o retorno do exílio, como um novo ato de salvação que prefiguraria a renovação final de todas as coisas. Novos céus e nova terra seriam o clímax de todo aquele projeto libertador (Is 65.17; 66.22).

O Senhor Jesus Cristo anunciou a regeneração de todas as coisas. O termo “regeneração” significa  “novo gênesis” ou “nova geração”, isto é, uma nova criação (Mt 19.28). Na primeira criação Deus criou os céus e a terra e na regeneração Ele criará novos céus e nova terra. Esta regeneração é o estabelecimento total do Seu reino, o completo domínio do universo, quando sua soberania será plenamente aceita e os revoltados totalmente banidos (Lc 22.29,30). É a completitude da vida eterna no mundo por vir (Mc 10.30). O usufruir desta vida começa agora, para todos que experimentam o novo nascimento, sendo regenerados pelo Espírito Santo, que fecunda e gera esta nova vida com a semente da palavra de Deus (Jo 3.3; Tt 3.5; 1 Pd 1.23). Para morar no novo céu e na nova terra, desfrutando a regeneração de todas as coisas, é preciso experimentar já nesta vida uma regeneração. O desfrute atual desta herança eterna é feito em esperança (1 Pd 1.3).

Outra forma da Bíblia anunciar um novo mundo foi avisando a destruição deste (Mc 13.24,25). Esta primeira criação foi amaldiçoada por causa do pecado humano. Tornou-se vazia, fútil, passageira, sofrida e frustrada. Quando ficamos apenas com a criação, tudo fica sem sentido, como diz Eclesiastes, “debaixo do sol tudo é vaidade” (Gn 3.17; Rm 8.20-22; Ec. 1.2,3).  Por isso, Deus há de destruí-la.

Destruição que já ocorre e continuará em fases, culminando com o juízo final e a criação de novos céus e nova terra. O apóstolo Pedro proclamou a esperança de um tempo de refrigério, com a chegada da conclusão definitiva da nossa salvação, no qual haveria alívio das aflições presentes. Este descanso seria o resultado da restauração de todas as coisas que Deus já havia anunciado através dos profetas. Assim, a criação seria restabelecida ao seu estado e propósitos originais (At 3.20,21). Em sua segunda carta ele avisou que os atuais céus e terra serão incendiados, e que novos céus e nova terra, nos quais habita a justiça, tomarão o seu lugar (2 Pd 3.10-13). Todas as coisas abaláveis serão removidas, para que surja um reino inabalável (Hb 12.27,28).

A Bíblia começa narrando a criação dos céus e da terra e termina anunciando a visão dos novos céus e da nova terra (Gn 1.1; Ap 21.1). Neste novo mundo, Deus habitará com os homens. Sua presença não permitirá a existência de nenhuma tristeza, a morte será banida para sempre, o pecado e seus praticantes impenitentes ficarão de fora, a doença não existirá, nunca mais haverá qualquer maldição e a escuridão será expulsa pela luz da gloriosa presença de Deus, sendo assim, não haverá nenhum motivo para choro (Ap 21.1-22.5).

Que em cada dia de 2018 você possa lembrar desta promessa e depositar sua esperança nesta certeza, pois só assim, o ano que se inicia será mais feliz do que o que se finda.

Pr Almir Marcolino Tavares

Do Blog http://pastoralmir.blogspot.com.br/

Ano que vem …. na Nova Jerusalém!

Ano que vem …. na Nova Jerusalém!

Desde a destruição do Templo de Jerusalém pelo general romano Tito os judeus dispersos pelo mundo na perseguição iniciada no ano 70, anseiam, ano a ano, o retorno para uma Jerusalém reconstruída, uma Jerusalém restaurada. A cultura judaica está impregnada deste maravilhoso pensamento e desejo. Eles oram assim repetidas vezes, principalmente na Páscoa judaica. Eles cantam essa expressão tendo como refrão bem destacado a bendita frase: Ano que vem em Jerusalém! Eles desejam isso. Eles sonham com isso.

Com a restauração de Israel como Nação em 1948 os judeus, de maneira mais frequente, começaram a retornar para Israel. Os que ainda não podiam, em terras longínquas, não se permitiam esquecer do sonho repetindo verbalmente na Páscoa e em outras festas, em músicas, entre familiares, com as crianças, os jovens e os idosos: Ano que vem em Jerusalém!

Eles sofriam por não estarem em Jerusalém. Eles se alegravam em, simplesmente, pensar em estar qualquer dia em Jerusalém. O Salmista reflete esse desejo da alma no Salmo 137:1-3:

“Às margens dos rios da Babilônia, nós nos assentávamos e chorávamos, lembrando-nos de Sião.

Nos salgueiros que lá havia, pendurávamos as nossas harpas,

pois aqueles que nos levaram cativos nos pediam canções, e os nossos opressores, que fôssemos alegres,

dizendo: Entoai-nos algum dos cânticos de Sião.

Como, porém, haveríamos de entoar o canto do SENHOR em terra estranha?

Se eu de ti me esquecer, ó Jerusalém, que se resseque a minha mão direita.

Apegue-se-me a língua ao paladar, se me não lembrar de ti, se não preferir eu Jerusalém à minha maior alegria.”

Para muitos o sonho virou realidade. Estão em Jerusalém vivenciando muitas profecias de Deus à Terra Santa. Estão vivendo seus próprios e mais intensos sonhos numa nação destacada entre as demais. Destacada em sua riquíssima cultura, em tecnologia, em avanços sociais, na sua democracia, em quase infinitos avanços. Muitos judeus dispersos voltaram “voando” (em vários sentidos) para Jerusalém. Não à Jerusalém restaurada, reconstruída como em seus melhores sonhos. Ainda há sonhos a serem realizados: A restauração do Templo, em breve!, e a vinda do Messias, ano que vem (?) são os dois maiores.

 

A vinda do Messias os judeus desejam.     A volta do Messias a Igreja anseia.

Ano que vem em Jerusalém.                    Ano que vem na Nova Jerusalém.

 

“Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se assim não fora, eu vô-lo teria dito. Pois vou preparar-vos lugar. E, quando eu for e vos preparar lugar, voltarei e vos receberei para mim mesmo, para que, onde eu estou, estejais vós também.” Jo 14:1-3

Assim como os judeus não se permitem esquecer de Jerusalém e nem conseguem nós, os cristãos, devemos, como algo natural, ansear pela Nova Jerusalém! Aliás é até estranho “estarmos cabisbaixos” entranhados na terra quando o nosso Redentor se aproxima e vem do alto entre nuvens. Os discípulos, após as últimas palavras de Cristo, vendo-O elevado às alturas estavam com os olhos fitos no céu. E nós, cristãos, não deveríamos ter baixado tanto nossas cabeças! Afinal de contas nós, como discípulos, recebemos a promessa: “Esse Jesus que dentre vós foi assunto ao céu virá do modo como o vistes subir.” Atos 1:11

“Consolai-vos, pois uns aos outros com estas palavras” é o que o apóstolo Paulo vai nos dizer na carta aos Tessalonicenses. Somos forasteiros aqui. Estamos sendo perseguidos. Muitos de nós, pelo mundo a fora, sendo assassinados, já “dormem”. Esse mundo vil, sob Satanás, jazendo no Maligno, não nos apraz e não deve nos atrair. Somos do alto. Buscamos as coisas lá do alto “Pois a nossa pátria está nos céus, de onde também aguardamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo.” Fp 3:20 “Porque os que falam desse modo manifestam estar procurando uma pátria. E, se, na verdade, se lembrassem daquela de onde saíram, teriam oportunidade de voltar. Mas, agora, aspiram a uma pátria superior, isto é, celestial. Por isso, Deus não se envergonha deles, de ser chamado o seu Deus, porquanto lhes preparou uma cidade.” Hb 11:14-16

Jesus foi preparar-nos uma Cidade. Ela é o nosso Templo. O Lugar de adoração eterna! Anjos e homens. De todas as tribos, raças e línguas. Milhões de seres pessoais bendizendo o Autor e Aperfeiçoador da nossa Salvação.

O dia se aproxima. Levantai, ó povo de Deus, as vossas cabeças pois o Rei da Glória está às portas. Virá entre nuvens nos buscar. Iremos “voando” (em vários sentidos) quando a trombeta soar e Ele nos chamar. Quem sabe, Deus o sabe, no ano que vem na Nova Jerusalém?

Como os judeus, devemos promover entre nós, cristãos, este bendito pensamento como o nosso maior anseio. Que nossas almas e mentes sonhem dia e noite com este Dia. De olhos abertos e mangas arregaçadas. Servindo ao Senhor enquanto é dia e almejando O DIA. Quem sabe em 2018?

Promovamos intimamente e de modo verbal: “Ano que vem na Nova Jerusalém!” entre nós, com nossos filhos, nas nossas Igrejas. O nosso לְשָׁנָה הַבָאָה בִּירוּשָלַיִם – “Leshaná Habaá BiYerushalaim” (Ano que vem em Jerusalém) pode e deve ser proclamado e clamado a plenos pulmões em nossos cânticos e orações fervorosas: Vem Senhor Jesus! Maranata deve ser nossa oração constante em nossas festas e no ano inteiro.

Voltemos a cantar cânticos como Vencendo vem Jesus, Num dia Lindo, Alfa e Ômega e tantos outros que vamos parando de cantar como fazíamos no início de nossa Salvação. Vamos nos reunir para cantarmos esses cânticos, Pregarmos este Sonho, contarmos às vindouras gerações da Esperança que temos e anelamos. Vamos reavivar isso em nós!

Olhemos de novo pro alto, pras nuvens de onde virá o Nosso Redentor. Ele nos levará à realização de todos os nossos insondáveis sonhos. Ele nos levará ao IDEAL de todo ser humano: perfeição num mundo perfeito amando e servindo o Perfeito Criador e Redentor e sendo infinitamente amado por ELE.

Parafraseando o Salmo 137 do anelo dos judeus por Jerusalém restaurada eu diria:

 

Às margens desta Grande Babilônia, nos assentamos e choramos, lembrando-nos das promessas do

 

Salvador acerca de Sião e seu povo.Nos salgueiros diversos que aqui há, usamos nossas harpas,

 

Pois fomos salvos e a feliz Cidade está em nós por isso: Entoamos muitos dos cânticos de Sião.

 

Como haveríamos de não entoar o canto do SENHOR mesmo em terra estranha?

 

Se eu de ti me esquecer, ó Nova Jerusalém, que se resseque a minha mão direita

 

pra me mostrar que minha alma e mente já estão ressequidas.

 

Apegue-se-me a língua ao paladar, se me não lembrar de ti,

 

se não preferir eu a Nova Jerusalém à minha maior alegria.

 

 

Ano que vem, se Deus quiser, na NOVA JERUSALÉM!

 

Vagner Lemos

Muita VIDA em 2018 pra Você!

Muita VIDA em 2018 pra Você!

Um novo ano se aproxima, tempo de fazer planos. Neste planejamento uma pergunta é considerada: O que vou ganhar com isto? Esta é uma pergunta que, verbalmente expressada ou não, é a base de todas as nossas atividades, incluindo nossos alvos e planos. Queremos saber se receberemos algo por realizar as coisas que realizamos. E o que nós mais queremos ganhar é a felicidade. Ser feliz em 2018 é a recompensa maior que buscamos. No entanto a felicidade não é algo a ser buscado por si mesma, quando ela é buscada por si mesma ela não é alcançada. Ela é resultado de uma outra busca, a busca por Deus. Este deve ser o alvo maior de nosa vida. Deve estar no topo da agenda de 2018 (Amós 5.6,7). O que ganhamos em buscar a Deus?

Em primeiro lugar vamos ver o que se perde quando não se busca a Deus.

As pessoas que não buscam a Deus, irão buscar outras ajudas, e isto trará o castigo de Deus sobre elas. Veja os exemplos: Saul, buscou a ajuda de uma médium, foi atrás de consultar mortos, e não buscou o Senhor, Deus o entregou à morte por causa disto (1 Cr 10.13,14). O povo de Israel, na época de Isaías, buscou a ajuda do Egito, porque este país tinha exércitos bem armados e com uma boa cavalaria para a guerra, e não buscou o Senhor, que é Soberano e Sábio, por causa disto, tanto Israel como o Egito seriam consumidos (Is 31.1-3). O povo de Judá, resolveu buscar em adoração a Baal, Milcom, o sol, a lua e as estrelas, e não buscaram o Senhor, por isto Deus destruiria a todos (Sofonias 1.3-6).

O ímpio não busca os mandamentos de Deus, por isto está longe da salvação (Sl 119.155). Quem não busca a Deus fica sem discernimento, não sabe fazer as coisas do modo correto, não toma decisões acertadas, e por isso não poderá prosperar ( Jr 10.21)

O Senhor é bom para os que o buscam (Lm. 3.25), e concede ricas bênçãos para estas pessoas. A maior das bênçãos é Sua própria presença (1 Cr 28.9), Deus se deixa achar por quem o busca, e se faz presente na vida desta pessoa. Ele nunca desampara os que O buscam (Sl 9.10)

Com a Sua presença outras bênçãos acompanham. O repouso (2 Cr 14.6-8; Is 65.10). Este repouso vem da segurança de se andar com Deus, da tranqüilidade que Sua paz trás. A confirmação de Sua vontade em nossas vidas, foi isto que aconteceu com o rei Josafá. Ele buscou a Deus, e o Senhor estabeleceu o reino em suas mãos (2 Cr 17.3-5). A liberdade, é outra bênção para quem busca os mandamentos de Deus (Sl 119.45). O salmista diz que se empenha, ou seja busca os mandamentos de Deus, e por isso podia viver com largueza (liberdade). A liberdade autêntica está em andar na presença de Deus, pois Ele nos liberta da escravidão dos nossos desejos, da pressão dos homens, dos temores, e tudo o mais que nos aprisiona.

Deus faz prosperar os que O buscamcomo fez com o rei Amazias (2 Cr 26.5). Ele não deixa faltar nada a quem O busca ( Sl 34.10), pois Ele é tudo que nós precisamos, e quando o buscamos de todo coração ficamos plenamente satisfeitos com Ele.

A busca de Deus, traz felicidade e felizes são os que O buscam de todo coração (Sl 119.2). Quem busca o bem, alcança favor, isto é prazer, deleite (Pv 11.27). Buscar a Deus vai trazer vida. Foi isto que Deus anunciou ao povo de Israel na época de Amós (5.6,7) Buscai o Senhor e vivei. A verdadeira vida está em Deus.

Você quer ter vida em 2018? Busque o Senhor.

Pastor Almir Marcolino Tavares

Do Blog: http://pastoralmir.blogspot.com.br/

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